Notícia da Missa Tridentina no Site do XVI CEN

Abaixo, um reconhecimento “póstumo” da organização do XVI CEN à Missa Tridentina que, apesar da INJUSTA não-divulgação oficial, teve uma assistência enorme por parte de leigos, religiosos e inclusive padres e bispos, na Paróquia Santo Cura D’Ars, ontem pela manhã.

PS: ainda não consegui as fotos para postar no blog. Prometo que ainda essa semana estarão por aqui!


Missa no Rito Tridentino emociona fiéis

“Mane nobiscun Domine ut unun sint” (Fica conosco, Senhor. Que todos sejam um). Com essa mensagem, Dom Fernando Arêas Rifan, da Administração Apostólica São João Maria Vianney, de Campos (RJ), encerrou sua homilia na Missa Solene Pontifical em Rito Romano, celebrada neste sábado, na Paróquia Santo Cura D’Ars.

Dom Rifan explicou que “a Igreja tem vários ritos, ritos diferentes, mas uma só Eucaristia. Isso porque, como diz o Catecismo da Igreja Católica, o mistério de Cristo é tão grande, tão inesgotável, que nenhum rito litúrgico poderá esgotar a Sua grandeza”. Cada um dos ritos da Igreja exprimem um aspecto da grandeza do mistério pascal de Jesus.

O Coral Maria Imaculada, da igreja principal da Administração Apostólica, cantou durante a missa. Antes do início da celebração, o coral entoou o hino do XVI Congresso Eucarístico Nacional. Para o regente do coral, Arindal Júnior, “foi uma oportunidade muito grande cantar em Brasília, dentro de um Congresso Eucarístico”.

As amigas Terezinha Campos e Neusa Lira vieram de João Pessoa para participar do XVI CEN e se emocionaram durante a missa. “Foi maravilhoso, a emoção foi grande, até choramos”. Já Camila Geovana, do Grupo Santa Maria Goreti, em Valparaíso de Goiás, descreveu a missa “como estar com Deus em um jardim”.

O Seminarista Renan Antonio Menezes, da Administração Apostólica São João Maria Vianney, de Campos (RJ), destacou que essa missa é bem comum para eles, “mas é uma alegria muito grande poder estar aqui para mostrar essa riqueza que nós temos”, concluiu.

Por Marina Cristina Costa

Um comentário que vira “post”: mais sobre a “campanha” XVI CEN

Perguntou-nos um leitor:

“Como está sendo feita esta campanha? Existe algum tipo de abaixo assinado onde as pessoas possam aderir?”

Respondemos:

“O que chamamos de campanha é a nossa sugestão e convite aos leitores que escrevam ao XVI CEN fazendo o mesmo apelo que fizemos já uma vez. É difícil coordenar uma campanha formal, como disponibilizar um abaixo assinado, etc. Ainda mais faltando tão pouco tempo. Mas, caso o senhor tenha alguma sugestão melhor e queira ajudar-nos levando à frente algum plano mais eficaz, publicaremos com entusiasmo sua ideia!

Enfim, mandar um e-mail para a coordenação do evento (que podemos publicar aqui no blog depois, se quiser), explicitando seus argumentos de forma respeitosa, clara e convincente pode ser bem proveitoso. O nosso objetivo é chamar a atenção da coordenação do evento e dos católicos de forma geral para esta situação de omissão lamentável; e, de fato, conseguir que publiquem alguma nota e divulguem a referida missa no site oficial, com um mínimo do destaque que lhe seria devido.

Na verdade, se o blog promove essa “campanha” é na esperança de incentivar os leitores católicos a agirem conforme também despertar-lhes a consciência: “como católico que ama e defende o rito tridentino, o que eu poderia fazer para ajudar na sua propagação, especialmente no caso do XVI CEN?”.

Entre no site oficial do XVI CEN e na seção das Comissões, e procure os endereços de e-mail dos coordenadores das duas comissões que, penso, podem fazer alguma coisa neste caso.”

Sobre a 1ª missa rezada em Brasília

Por ocasião do aniversário de 50 anos de Brasília (21/04/2010), fiquei a pensar se Brasília merecia, como presente, um post neste blog.

Naturalmente, conclui que não valia a pena, mas depois começaram a me ocorrer algumas ideias. Confesso que não são ideias originalmente minhas, pois alguns amigos já haviam falado sobre o assunto há três anos. Explico: falo, na verdade, da comemoração da data da primeira missa rezada na cidade (quando ainda não era exatamente uma cidade…). Essa Missa ocorreu em 3 de maio de 1957, no local hoje conhecido como Praça do Cruzeiro (lembram daquela imagem que ficou no cabeçalho do blog nos primeiros meses?). Em 2007, celebrou-se no mesmo local uma missa em comemoração a este fato. Foi quando um amigo observou: “não deveria ser essa missa rezada segundo o rito antigo, já que desejam fazer uma réplica mais perfeita daquele momento?” Lembro que cogitaram sugerir isso ao Arquivo Público ou mesmo à arquidiocese, mas não me inteirei, depois, sobre como ficou a questão…

O fato é que, sendo esse blog um instrumento de divulgação da missa tridentina, achei muito adequado que ele dê à Brasília presentes condizentes com sua proposta.

A primeira intenção deste post é trazer à memória do povo brasiliense e das autoridades que promovem esse “evento” o fato de que, em 1957, aquela Santa Missa foi rezada segundo o hoje chamado rito tridentino (por motivos óbvios, ainda não se tratava do Missal de 1962, mas ambos são, afinal, o mesmo rito tridentino, que remonta ao Concílio de Trento e esse, por sua vez, à liturgia de sempre da Santa Igreja).

Outra intenção é propor o lançamento de uma pequena campanha, levada à frente pelos leitores desse blog, com o seguinte objetivo: que a chamada “Missa Campal” seja rezada, de agora pra frente, segundo a forma extraordinária do rito romano. Ora, além de ser mais fiel à reprodução do momento histórico, a opção por essa forma seria um meio de agradecer ao Santo Padre pela publicação do Motu Proprio Summorum Pontificum e de atendê-lo em seu desejo de que o rito tridentino seja cada vez mais conhecido e respeitado – desejo atestado pelos muitos atos de seu triunfante governo da Igreja!

O Arquivo Público do Distrito Federal é o maior organizador do evento. No próprio site do GDF, numa matéria sobre essa Missa Campal, encontramos o endereço e os contatos do Arquivo Público, que segue abaixo. Não valeria a pena tentar despertar-lhes o interesse?

Arquivo Público do Distrito Federal
Diretoria Cultural – 3361-1454 – Ramais 211 e 202
Contatos: Elias Manoel da Silva – Leonardo Queiroz – Diogo Resende Moura – Isabela Yamamot  (superintendente.arpdf@gmail.com)