[Aviso] Programação do IBP/Brasília em Aparecida (atualizado às 16:22 do dia 25/07)

Programação do IBP-Brasília em Aparecida (os passeios estão sujeitos a alterações).

O livreto de cantos será vendido aos que irão no ônibus antes da saída. Valor: R$ 10,00. Teremos alguns poucos exemplares excedentes…

1. Sexta-feira, 10:00 – Visita à Igreja de São Benedito e subida ao Morro do Cruzeiro

2. Sexta-feira, 14:00 – Passeio ao Porto Itaguaçu (ingresso para o passeio de balsa, para os que quiserem)

3. Sexta-feira, 15:00 – Frei Galvão Guaratinguetá

4. Sexta-feira, 17:00 – Missa Rezada no Convento Nossa Senhora das Graças em Guaratinguetá

5. Sábado, 6:00 – Início da caminhada de Roseira a Aparecida

6. Sábado, 11:30 – Missa Solene na Capela das Confissões n. 2 da Basílica Nova

7. Sábado, 15:15 – Reunião no local que dá acesso à imagem na Basílica Nova

8. Sábado, 16:30 – Museu Nossa Senhora Aparecida e Mirante (15 reais) em

9. Domingo, 10:00 – Visita à Basílica Antiga

10. Domingo, 11:30 – Missa Rezada na Capela das Confissões n. 2 da Basílica Nova

Os passeios aqui elencados são apenas sugestões para evitar a ociosidade. Haverá padres do IBP presentes neles.
Há ainda outros passeios, como o teleférico/bondinho. O principal é o que está em negrito.

[Aviso] Missas de quinta-feira a domingo na Capela Nossa Senhora das Dores

Em razão da Peregrinação Nacional do Instituto Bom Pastor a Aparecida, os horários de Missa na Capela Nossa Senhora das Dores entre quinta-feira (26/07) e domingo (29/07) serão os seguintes:

Quinta-feira: Missas às 6h30 e 12h45

Sexta-feira: Não haverá Missa

Sábado: Não haverá Missa

Domingo: Missas às 10h00 e às 19h00 (Não haverá a Missa das 8h00).

[Aviso] Conferência

Salve Maria!

Transmitimos aviso do Pe Daniel Pinheiro, IBP:

Hoje, quinta-feira, 19/07, teremos a conferência do Padre Paul Aulagnier, IBP, após a Missa das 19:30. Ela falará da história do combate pela Missa Tridentina. Quem presenciou as últimas conferências de sexta-feira sabe que falei do assunto me baseando nos livros dele. Ele fez e faz parte de toda essa história, tendo sido o braço direito de Dom Lefebvre durante muitos anos.

[Aviso] Adoração contra o aborto, imposição do escapulário…

Transmitimos os avisos do Padre Daniel Pinheiro, IBP

Prezados, SM.
1. Faremos, na Capela Nossa Senhora das Dores, uma vigília de adoração ao Santíssimo nessa próxima sexta-feira, amanhã, pedindo que o Brasil seja preservado da ampliação da maldição do aborto. A vigília terá início após a Missa das 19:30 e irá até a meia-noite.
2. Faremos a imposição do escapulário após as Missas de Domingo (15/07) e após as Missas do dia 16/07, dia da Festa de Nossa Senhora do Carmo. Haverá um bom número de escapulários à venda na lojinha São Francisco de Sales, mas é numero limitado.Para a imposição, o escapulário é de pano.
3. Muitos bons livros foram repostos na lojinha, em particular o Meditações de Santo Afonso.
Deus abençoe.

[Aviso] Peregrinação Nacional do IBP a Aparecida – 2018

Salve Maria!

Transmitimos algumas informações da Peregrinação a Aparecida.

  1. A Peregrinação Nacional do Instituto Bom Pastor ocorrerá no sábado, dia 28/07/2018.
  2. Aqueles que desejam se juntar à Peregrinação reconhecem o seu caráter católico e se portam em conformidade com isso e com a especificidade do Instituto.
  3. Quaisquer estandartes, bandeiras e símbolos do tipo devem ser previamente aprovados pela organização.
  4. Recomenda-se que se participe dos diversos atos da Peregrinação pela oração e devoção, procurando evitar fotos e filmes. Haverá fotógrafos designados para isso.
  5. Também na caminhada deve-se preservar a decência e modéstia. Veja aqui.
  6. A caminhada antes da Missa Solene sairá do Posto Arco-Íris em Roseira às 6h00. Há a possibilidade também de juntar-se à caminhada na pausa.
  7. A caminhada será de 14km aproximadamente.
  8. A parada para o descanso será em torno de 8h00. Deve durar 15 minutos. Ela será no Posto Arco-Íris de Aparecida (entre Roseira e Aparecida). Aqueles que quiserem podem se juntar aqui à caminhada.
  9. Chegada prevista na Capela das Confissões n. 2 entre 10h00 e 10h30.
  10. A caminhada é facultativa.
  11. Haverá carros de apoio aos peregrinos para qualquer eventualidade
  12. A Missa Solene na Capela das Confissões n. 2  terá início pontualmente às 11h30.
  13. Às 15:15, reunião no local que dá acesso à imagem (na lateral externa da Basílica Nova) para a veneração da imagem de Nossa Senhora Aparecida.
  14. Maiores informações em cada apostolado do Instituto no Brasil.

[Sermão] Educar filhos convictos

Sermão para o 3º Domingo depois de Pentecostes

10.06.2018 – Padre Daniel Pereira Pinheiro, IBP

 

Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Ave Maria…

 

O Evangelho de hoje nos fala da ovelha perdida e da dracma perdida. E Nosso Senhor mostra na parábola como Ele age em busca da salvação das almas. Gostaria, caros católicos, hoje de fazer algumas considerações para que evitemos, de nossa parte, que alguém se perca. Falo sobretudo aos pais com relação aos filhos. É importante considerarmos isso porque ocorre em muitos lugares do mundo vermos jovens que têm pouca convicção católica e pouca coerência na prática da religião católica, apesar de terem pais católicos sérios.

Antes de tudo, devemos compreender que a educação é obra, em primeiro lugar, dos pais. A educação ocorre principalmente na família. Sem a família, será quase impossível educar catolicamente alguém. Não bastariam uma excelente escola católica e uma excelente paróquia católica. Tudo isso, sem a família, adiantaria muito pouco na maioria esmagadora dos casos. Com a família, porém, é possível educar catolicamente, ainda que outros fatores não sejam tão favoráveis ou ainda que sejam mesmo contrários, como a falta de uma escola católica ou a falta de uma paróquia católica mais séria. Claro que o ideal deve ser buscado, e esse ideal é que haja a cooperação desses três fatores: família, Igreja e escola.

O que acontece é que vemos muitas vezes que há um problema de transmissão da fé para os filhos. Os filhos não apresentam convicção católica profunda. Isso apesar dos pais viverem uma vida católica correta e séria. Isso apesar dos pais levarem os filhos à catequese e a outras atividades. Os filhos vão assim seguindo, em linha geral as atitudes dos pais, mas não sabem explicar com profundidade o porquê das coisas. Sem essa convicção, não vão perseverar durante muito tempo. Aqui, caros católicos, em nossa Capela, no apostolado em Brasília estamos ainda no começo de nosso apostolado, que não chegou aos seus seis anos. Portanto, ainda podemos evitar esse mal quase universal, ou podemos lutar para evitar essa mal quase universal que é o problema da transmissão da fé e dessa convicção profunda na fé dos pais para os filhos.

As causas dessa falta de convicção dos filhos podem ser variadas. A primeira e mais óbvia pode ser uma falta de convicção mais profunda dos próprios pais. Às vezes, os próprios pais vão seguindo superficialmente, sem saber exatamente o que estão fazendo ou o porquê de estarem fazendo. Mas vão fazendo porque os conhecidos estão fazendo ou porque se sentem bem ou diferentes, ou porque se apegaram a alguma coisa de menor importância.

Essa falta de convicção dos filhos pode existir também em pais que têm uma convicção profunda, que se interessam mais seriamente pela doutrina da Igreja, que procuram praticá-la generosamente e que procuram entender as razões para isso. Como explicar então, a falta de convicção nos filhos em uma situação assim, em que os pais têm uma convicção mais profunda? Muitas vezes os pais não se dão conta que a convicção que eles têm não é ainda a convicção dos filhos. Não se dão conta que as lutas que enfrentaram são as suas lutas e não as dos filhos. Os pais têm convicção porque foram estudar, se interessaram, combateram para melhor servir a Deus, se opondo aos inimigos da alma. Então, os pais não se dão conta que essa convicção deles não é (ainda) a dos filhos.  Em alguns outros casos, os pais simplesmente se acomodam, dizendo: o ambiente familiar é bom, a Igreja que frequentamos é boa. E assim eles veem os filhos fazendo mais ou menos o que devem fazer e se contentam com isso. E esse comodismo tende a se agravar ainda mais quando há uma boa escola. Os pais tendem, então, a relaxar muito. Às vezes, vemos que as crianças fazem a primeira comunhão e a Crisma e depois praticamente não estudam mais nada da doutrina católica em casa e vão esquecendo aquele pouco que aprenderam. E pouco adiantaria acrescentarmos mais e mais anos de catequese, se os filhos não recebem esse estímulo em casa. Se não lêem o catecismo, se não lêem a vida dos santos e se não se interessam pelo que ensina a Igreja. Como se o catecismo preparatório para os sacramentos bastasse. De fato, não basta.  E assim os pais pensam que o filho já tem ou está formando uma convicção profunda. A tendência normal dos pais é sempre achar que seus filhos são diferentes e que com o próprio filho certas coisas não acontecem ou não acontecerão. Os filhos de cada um são exatamente iguais aos filhos de todo mundo. Não deve haver ilusão. Claro, tampouco deve haver pessimismo. Os pais muitas vezes acham que o filho está caminhando muito bem quando, na verdade, o filho segue, em linhas gerais, o que os pais estão fazendo porque não tem muita opção. Às vezes, os filhos não perguntam, não tiram dúvidas porque têm medo da reação dos pais. Às vezes, fazem coisas escondidas dos pais, sobretudo usando meios eletrônicos, e os pais nem imaginam. Às vezes, os filhos ainda não foram confrontados muito com o mundo e, portanto, ainda não tiveram como ceder ao mundo. E os pais acham que tudo está perfeito e, assim, não se dão ao trabalho de explicar as razões profundas das coisas aos filhos. E depois se espantam quando os filhos se entregam ao mundo quando são confrontados com ele, sobretudo quando saem de um ambiente mais controlado, indo, por exemplo, para a faculdade.

Caros católicos, se os pais não viverem profundamente a fé, se não explicarem as razões das coisas aos filhos, eles não serão bem educados e abandonarão logo a religião. A educação é dar os bons princípios, formar uma alma católica profundamente convicta para que a pessoa possa viver bem a sua liberdade, para que ela possa escolher viver bem como católica. Infelizmente, percebemos muitas vezes que isso não está acontecendo como deveria. Quando se pergunta a jovens de doze, treze anos, ou pouco mais ou pouco menos o que ele está fazendo aqui e a resposta não é muito clara ou é simplesmente um grande silêncio, nós temos um problema. E isso, de fato, tem acontecido. É preciso tomar tempo e explicar as coisas, ainda que os filhos não questionem. Mas os filhos são seres dotados de inteligência que precisam entender as razões das coisas. É preciso, então, explicá-las. Nós vamos à Missa Tridentina por causa disso e daquilo. Nosso pensamento com relação a tal coisa é esse por causa disso. Tais coisas são boas por esse motivo e outras aqui são ruins na vida por tal motivo. Nós nos vestimos assim por uma dada razão. Nós não nos divertimos com essas coisas aqui por causa disso e disso. Em tal situação, se ela ocorrer, você tem que se comportar de tal modo em função de tal princípio. Isso aqui devemos fazer por tal razão. Sem ir explicando cada vez mais as coisas conforme os filhos vão crescendo, eles nunca poderão se convencer verdadeiramente da verdade e vão abandoná-la.

Essas explicações, evidentemente, não precisam ser feitas em formato de aula. Deve-se aproveitar as situações da vida, deve-se também aproveitar as reuniões de família para isso. Inclusive, já falei isso em algumas outras ocasiões e gostaria de reiterar aqui mais claramente essa necessidade de que a família se reúna e que converse sobre assuntos sérios conjuntamente. É preciso que a família converse unida – pai, mãe e filhos – e que conversem sobre coisas relevantes. Separando mesmo, para isso, ao menos um momento na semana. Para falar de coisas importantes, para que sejam explicadas essas coisas para os filhos. Para que os pais falem de como foi a semana, para que possam mostrar aos filhos como lidar com as diversas situações. Para dar a eles um bom exemplo. Para ver também como foi a semana dos filhos, se querem falar sobre algo, se querem tirar alguma dúvida. Para ensiná-los a dominar as paixões e para ensiná-los a agir sempre com a razão iluminada pela fé. Para contar a eles, de modo adequado, a história da própria vida, como se formou a própria convicção católica, para que os filhos entendam os bons combates dos pais até que chegassem à vida católica.

Conheci uma família que mantinha uma reunião assim, de meia-hora, quarenta e cinco minutos no domingo. E nem era propriamente um contexto católico. Mas essa conversa ajudava a dar maturidade aos filhos, ajudava a mostrar o que era importante, ajudava a criar convicção, ajudava a mostrar o que os pais estavam fazendo pelos filhos, e tantas outras coisas. Essa reunião, essa conversa – pai, mãe e filhos – é uma coisa que se deve fazer, caros católicos. E que é plenamente possível. Não é uma coisa utópica. Se isso for impossível, será impossível viver catolicamente em família. Separem um tempo para isso. “Padre, eu faço isso, mas picado ao longo do dia e da semana.” Claro que se deve conversar em outros momentos e aproveitar ocasiões que surgem. E claro que será preciso conversar individualmente com cada filho também para tratar de suas situações mais particulares. Mas é muito bom separar esse período de conversa com a família inteira. Isso une a família e permite a transmissão da fé católica, para formar uma convicção profunda, para formar futuros homens e mulheres de caráter. Caros pais e mães, não se acomodem para criar a convicção católica nos filhos de vocês.

Essa é a parte dos pais. Claro que, em última instância, a decisão será do próprio filho, quando ele chegar em idade adulta. Cada um tem o seu livre arbítrio. Mas aos pais cabe dar os meios para que os filhos possam escolher bem, para que possam escolher Deus. E ainda que num primeiro momento o filho não escolha o que é bom, pode ser que toda a educação dada com todo o sacrifício dê frutos no momento oportuno. Mais adiante na vida, o filho pode parar e pensar: “de fato, meus pais tinham razão.”

Às vezes, o que falta também é os pais transmitirem aos filhos a grandeza de ser católico, a grandeza de combater o pecado, a grandeza e a heroicidade de lutar contra o mundo, entendido como aquilo que nos leva ao pecado. Falta transmitir aos filhos a grandeza que é servir a Nosso Senhor Jesus Cristo e a Nossa Senhora. A grandeza de sermos filhos fiéis da Igreja Católica Apostólica Romana. Falta transmitir a grandeza do que é a missão do católico: restaurar todas as coisas em Cristo, na sua escala, claro. E isso é grandioso. Muitas vezes, os pais não transmitem isso porque eles mesmos não se dão conta da grandeza do papel que desempenham. Imersos nas atividades do dia-a-dia, já não conseguem se dar conta da grandeza que tem a vida de um católico. Da grandeza que tem em formar uma família católica, fazendo todos os esforços para isso, sem fugir da Cruz. Caros pais e mães tenham sempre presente a grandeza de uma alma católica, a grandeza de uma família católica e mostrem isso para os filhos.

Quanto aos jovens que não chegaram aqui por conta própria, por convicção própria, mas que vêm trazidos pela família, evidentemente, isso é algo bom. Mas vocês precisam ser dóceis aos ensinamentos da Igreja e dos pais. Vocês precisam ter grande amor à verdade. Vocês precisam se interessar pela doutrina da Igreja Católica. Jovens, não se acomodem ou serão devorados pelo mundo, pelo pecado. É evidente que a juventude – a adolescência – é uma fase de combates internos: o querer ser independente, o querer se afirmar diante de colegas que vivem no mundo e para o mundo, o querer ser como todos os outros, as emoções que tendem a se tornar mais intensas, o próprio amadurecimento do corpo. Tudo isso vai gerar combates. O jovem precisa saber que a boa independência virá na medida em que ele deixar formar-se bem. Que a afirmação diante do mundo – ele deve compreender – não é se conformar ao mundo, mas lutar contra ele. Deve compreender que o amadurecimento do corpo tem por objetivo a geração dos filhos dentro do matrimônio. Deve compreender que as emoções devem ser ordenadas ao bem. Agindo assim, esse jovem amadurecerá e terá mais rapidamente uma boa independência, para servir melhor a Deus, para formar a sua própria família ou então para se consagrar ao serviço divino.

Aos jovens que chegaram aqui sozinhos e por convicção própria, alimentem essa convicção. Façam isso pela vida de oração, pela frequência aos sacramentos, pelo estudo ordenado da doutrina católica, pelas boas leituras. Não fiquem na superficialidade. Alimentem a alma e amadureçam também cada vez mais.

O objetivo principal desse sermão é evitar, na medida em que nos cabe, que a segunda geração – os filhos – vá se perdendo pouco a pouco no mundo. Que não se torne uma ovelha perdida. Isso acontecerá, se não for formada nos filhos essa convicção católica profunda. O objetivo principal é fazer que os filhos daqueles que chegaram aqui por conta própria tenham consciência do que estão fazendo e se entreguem, por convicção própria, profundamente a Deus. Ao, menos devemos dar a essas crianças e aos jovens, os meios para escolher bem. Procurar criar essa convicção é o dever principal de todos os pais.

 

Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

[Sermão] O sofrimento de quem quer servir a Cristo

Nesse sermão, o padre discorre sobre o sofrimento para aqueles que buscam servir a Nosso Senhor jesus Cristo. E como, assim, Ele vai purificando a alma e unindo-a a Si. Claro que há consolações, ainda que não abundantes durante essa purificação. Deus sabe que purificação convém para cada um de nós e a sua duração.

 

 

Sermão para a Festa do Sagrado Coração de Jesus

08.06.2018 – Padre Daniel Pereira Pinheiro, IBP

 

Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Amém.

Ave Maria…

Caros católicos, nós não queremos sofrer. A grande pedra de tropeço na vida cristã é o sofrimento. O sofrimento é ainda um escândalo para quase todos nós. Muitos podem perguntar: padre, por que temos tão poucos santos, principalmente nos dias atuais? Porque diante do sofrimento, recuamos. Diante do sofrimento, retrocedemos. Diante do sofrimento, podemos mesmo chegar a abandonar a Deus. Se não entendermos o que é o sofrimento e como Deus age em nossa alma por meio do sofrimento, ainda não entendemos praticamente nada do que é ser um cristão. Para um cristão, não há outro caminho a não ser o caminho de Cristo: quem quiser vir após mim, tome a sua cruz, negue-se a si mesmo e siga-me. Nós, sendo pecadores, queremos nos assemelhar a Cristo sem passar pelo sofrimento. Queremos chegar à glória celeste, à vida bem-aventurada no céu sem passar pelo sofrimento ou querendo escolher o sofrimento que queremos aceitar. No fundo, queremos ser santos à nossa maneira, com os sofrimentos que desejamos ou que acreditamos razoáveis. Queremos ser santos como queremos ser santos. Isso não é possível. É Deus quem nos mostra como Ele quer que sejamos santos. É Deus que, por meio de tantos meios, e pelo sofrimento em particular vai nos fazer santos. Devemos renunciar a nós mesmos, à nossa vontade própria para sermos santos, claro, sempre na Igreja Católica, sempre com a fé católica, cumprindo os mandamentos e os nossos deveres de estado.

Alguns querem ser santos como idealizaram: sofrendo as tribulações que são honrosas, que trazem reconhecimento. Carregando as cruzes que idealizaram. Isso não é amar a cruz, mas a honra, o reconhecimento, é amar a si mesmo. Outros estariam dispostos a suportar o mal, desde que não fossem incomodados em seus desígnios ou desde que não sofressem tal coisa em particular. Diante do mal, nos diz São Francisco de Sales, devemos opor os remédios que forem possíveis e conformes à vontade de Deus. Feito isto, devemos esperar com inteira resignação o que Deus achar melhor. Se Lhe agrada que os remédios afastem o mal, devemos agradecer-Lhe com humildade. Mas se Lhe agrada que a provação perdure, devemos agradecê-lO e louvá-lO com paciência.  Nossa cruz nunca é maior que as nossas forças sustentadas pela graça divina. ”Meu Deus, essa cruz eu não aguento”. Isso não existe e no fundo é uma blasfêmia contra a justiça de Deus e a Sua sabedoria e bondade. Se Deus nos dá uma cruz, nos dá também as graças para carregá-la.

O caminho para atingir a santidade vai sendo, então, traçado por Deus ao longo de nossa vida. Jamais seremos santos como queremos, ou segundo o modo que nos agrada de sermos santos. Para sermos santos, é preciso que renunciemos a nós mesmos, tomemos a nossa cruz e sigamos a Cristo.

O sofrimento tem, basicamente, caros católicos, dois sentidos: o primeiro e mais básico é a reparação pelos nossos pecados. Diante de um só pecado nosso, ainda que venial, mereceríamos uma pena que nem podemos imaginar. Muitas vezes ouvimos: “Meu Deus, o que eu fiz para merecer isso?” Alguém que compreende a maldade de um só pecado venial, nunca ousará fazer tal questionamento a Deus. Pelo pecado, ofendemos a Deus apegando-nos à nossa própria vontade e o ofendendo. Pelo sofrimento, ocorre algo contrário à nossa vontade para que possamos suportar bem, adquirir virtudes e dar, assim, maior glória a Deus, glória externa de Deus que retiramos pelos nossos pecados. O primeiro e mais básico sentido do sofrimento é, assim, o de ser uma reparação a Deus pelos nossos pecados. Se os sofrimentos fossem apenas isso, já seriam uma coisa excelente, justíssima, sábia, pois os sofrimentos restabelecem a ordem lesada pelos nossos pecados.

O sofrimento, porém, tem ainda um outro sentido: nos santificar. Sem sofrimento, não podemos ser santos. Sem sofrimento não podemos ser santos? O que dizemos? Sem muito sofrimento não podemos ser santos!  E isso é claro, caros católicos. Para sermos santos precisamos ser purificados de nossos pecados, de nossos defeitos, de nossas más inclinações, de nossas imperfeições. Devemos ser purificados de nossos apegos. Essa purificação tem por objetivo justamente fazer que nos apoiemos inteiramente em Deus. A purificação de todas essas inclinações desordenadas nos fará necessariamente sofrer. E ela nos levará, então, como dissemos, a nos fazer com que apoiemos inteiramente em Deus. Que amemos a Deus por Ele mesmo. Deus vai, então, purificar a nossa alma, dando aridezes, permitindo dificuldades que antes não tínhamos nas orações, na prática dos mandamentos. Parece quase que Deus no abandonou. Ele pode ir permitindo todo tipo de provação e, muitas vezes ao mesmo tempo, as mais variadas provações, os mais variados e tremendos sofrimentos: perseguições, zombarias, problemas no seio da família, enfermidades, problemas econômicos, incompreensões mesmo da parte dos bons, problemas nas amizades. Também tentações muito baixas e persistentes. Deus sabe o que convém para cada um de nós, a fim de nos purificar. E devemos aceitar isso. A pessoa, então, muitas vezes vê o seu mundo praticamente desmoronar diante dela. Parece realmente que estamos perdendo tudo. Mas podemos justamente, sofrendo em união com o Sagrado Coração de Jesus, ganhar tudo, amar a Deus perfeitamente. E é isso que Deus quer com esses sofrimentos, com qualquer sofrimento: que o amemos perfeitamente.

Diante de todo esse sofrimento, algumas almas não compreendem e dizem: “Antes, eu me sentia melhor e tinha um grande entusiasmo para servir a Deus. Eu tenho rezado, tenho procurado servir a Deus e meu sofrimento só está aumentando. Não está dando certo. Vou voltar ao meu sentimentalismo de antes, ao meu grupo de antes. Eu me sentia melhor.” Essa alma, coitada, desconhece a ação de Deus que vai purificando a alma. E ela vai procurar consolações cada vez mais indignas.

Diante desse sofrimento tremendo, outras almas abandonam tudo: “Meu Deus, eu tenho procurado Vos servir e só recebo sofrimentos em troca. Não tenho mais confiança em Vós. Pedi a graça de ser santo e recebi apenas sofrimentos. Deus é injusto.” Ainda que essa alma não pronuncie essa última palavra – Deus é injusto – é esse o fundo do seu pensamento. Essa alma torna-se, então, uma alma rancorosa para com Deus. Se não mudar rapidamente de atitude, a tendência é abandonar a religião. Também essa alma não entende a ação bondosa de Deus nela e como Ele quer que ela seja santa.

Diante desse sofrimento tremendo, algumas poucas almas saberão se portar como verdadeiras almas católicas. Elas compreendem o que Deus está procurando fazer… Compreendem, ainda que de modo obscuro, que o amor de Deus quer conduzi-las à santidade. Elas sabem que para isso é preciso que elas sejam purificadas e que essa purificação vem pelo sofrimento. Essas almas compreendem o amor de Deus nessas cruzes. Elas continuarão fazendo, diante desses mais terríveis tormentos e provações, diante desse aparente abandono completo de Deus, elas continuarão fazendo tudo o que têm feito. Elas continuarão rezando do mesmo jeito ou melhor. Elas continuarão servindo a Deus do mesmo jeito ou melhor, apesar de sentir um desgosto nisso. Elas continuarão a cumprir seus deveres de estado do mesmo jeito ou ainda melhor. Elas cumprirão a rotina do mesmo jeito ou melhor, sem procurar mudanças bruscas que poderiam supostamente confortá-la. Essa alma compreende, ainda que de modo obscuro, que as tentações, por piores que sejam e por mais persistentes que sejam, são apenas tentações e não um pecado. Ela combate essas tentações firmemente, mas serenamente, sem se perturbar, sem se agitar. Sabe que pode adquirir virtudes nesse combate. Tomemos o exemplo de Santa Joana de Chantal. Tendo se tornado viúva e depois conhecido São Francisco de Sales, fundou a Ordem da Visitação. Levava uma vida santa e tinha tormentos tremendos, tentações baixas, tentações de largar a vida religiosa e de voltar ao mundo. O que fez Santa Joana de Chantal? Continuou como estava, nas mesmas ações dentro do Convento. Então, essa alma sabe que nessas tentações mais tremendas pode adquirir virtudes. Essa alma católica não fica jogando a culpa de todos os problemas nos outros: meu marido isso, minha esposa aquilo, meus filhos não sei o quê, minhas amizades aquilo outro, meus superiores isso, o padre não seio o quê. Em vez de ficar murmurando, essa alma aproveita tudo isso para se santificar, para deixar que Deus a purifique. Compreendendo tudo isso, ela compreende o valor do sofrimento e como o sofrimento a assemelha mais a Jesus Cristo. Essa alma compreende que em meio a tudo isso Deus está mais presente do que nunca. Ela vai passando da mera resignação diante do sofrimento à alegria no sofrimento, por compreender o valor dele. Pouco a pouco. Nos meios desses sofrimentos tremendos, inúmeras vezes essa alma não compreenderá tão bem, ou quase nada do que Deus está fazendo ou daquilo que Deus quer exatamente dela. Mas ela continua servindo a Deus generosamente. Ela não olha voluntariamente para o mundo. Podem vir tentações de voltar a uma vida mundana, mas ela permanece firme, mesmo sem entender o que Deus quer exatamente. Essa alma confia em Deus. Ela sabe que o que não é de Deus leva à vaidade. Essa alma sabe que tudo é vaidade. Essa alma, então, não tropeça nos sofrimentos, se ela confia em Deus se ela pede a graça divina. Essa alma, não abandona o caminho da santidade. Essa alma não tem medo de sofrer por Deus, pois não se apoia em si mesma, mas em Deus e em Maria Santíssima.

Infelizmente, algumas almas até compreendem um pouco essa ação de Deus, mas preferem não sofrer e desistem da santidade e colocam a própria salvação em considerável perigo.

“Padre, que sofrimento tremendo esse que o senhor descreveu: sensação de abandono de Deus, aridez nas orações, perseguições, problemas na família, incompreensões mesmo dos bons, problemas nas amizades, problemas econômicos e de todo tipo. Que sofrimento tremendo. Ainda bem que é coisa rápida”. Depende muito. São Francisco de Assis, por exemplo, foi sendo assim purificado durante dez anos. Santa Teresa d’Ávila durante dezoito anos. Santa Clara de Montefalco durante quinze anos. Santa Maria Madalena de Pazzi durante cinco anos e depois mais dezesseis anos. Santa Catarina de Bolonha durante cinco anos. Quando lemos a vida dos santos, às vezes, tudo parece muito simples. Não nos damos conta dos sofrimentos tremendos pelos quais passaram. “São Francisco de Assis botou fora os tecidos de seu pai e depois viveu tranquilo para o resto da vida.” Não é bem assim. Dez anos para ele nessas tremendas purificações, unindo-se cada vez mais a Deus, compreendendo cada vez mais o valor do sofrimento e passando a se alegrar cada vez mais com eles. Parece muito bonito o sofrimento da vida dos santos. Mas quando Deus quer nos fazer santos com sofrimentos e purificações semelhantes, recusamos, não compreendemos. Porque somos orgulhosos, achando que não merecemos sofrer.  Desprezamos, assim, uma grande graça. Quem pede para ser santo – e deve ser o pedido principal e mesmo obrigatório de cada um de nós – pede para sofrer. Necessariamente.

A graça que devemos pedir ao amorosíssimo Coração de Jesus é essa graça de sofrer bem, de compreender a ação de Deus em nossa alma.

É preciso sofrer e todos têm de sofrer. E isso é excelente. Excelente. É uma glória sofrer por Deus. Vou repetir: é uma glória sofrer por Deus. Se não quisermos sofrer por Deus, vamos sofrer do mesmo jeito, sobretudo no inferno, para dar glória a Deus manifestando Sua justiça. Quem carrega a sua cruz com paciência se salva; quem a carrega com impaciência se perde. As mesmas cruzes, diz Santo Agostinho, levam alguns para o Céu, e outros para o inferno. Com a prova do sofrimento se distingue a palha do trigo na Igreja de Deus: quem se humilha nos sofrimentos e se submete à vontade de Deus é trigo destinado ao Céu; quem é soberbo e fica impaciente, ou até mesmo chega a se revoltar a ponto de voltar as costas para Deus, é palha que é destinada ao inferno.

O Verbo Eterno, caros católicos, desceu à terra para nos ensinar, com Seu exemplo, a carregar com paciência as cruzes que Deus nos manda. “Cristo sofreu por vós, deixando-vos um exemplo, a fim de que sigais os Seus passos”, nos diz São Pedro (1 Pd 2,21). Jesus Cristo quis sofrer para nos encorajar no sofrimento. Qual foi a vida de Cristo? Foi uma vida de humilhações e sofrimentos. Como diz o profeta Isaías: “Desprezado, último dos homens, homem das dores!” (Is 53,3). O Filho de Deus estava com a aparência de um verme.

Como Deus tratou seu Filho predileto, do mesmo modo trata a todos aqueles que Ele ama e recebe como filhos. Santa Teresa diz que sentiu na sua alma como se Deus lhe falasse: “Fica sabendo que as pessoas mais queridas de Meu Pai são as que são mais afligidas com os maiores sofrimentos.” Por esta razão, quando ela se via nos sofrimentos, dizia que não os trocaria por todos os tesouros do mundo. Santa Teresa compreendeu o valor do sofrimento.

São Vicente de Paulo afirmava que se deve considerar como grande desgraça nesta vida o não ter nada a sofrer; e acrescentava que uma congregação Religiosa ou uma pessoa que não sofre e a quem todos aplaudem, está próxima de uma queda. Quando São Francisco de Assis passava um dia sem nada sofrer por Deus, temia que Deus tivesse se esquecido dele. E nós, insensatos, achamos que Deus esqueceu de nós quando estamos sofrendo.

E São João Crisóstomo escrevia: “Quando o Senhor concede a alguém a graça de sofrer, faz-lhe um bem maior do que se lhe desse o poder de ressuscitar os mortos. Quem padece alguma coisa por Deus, se não tivesse outra graça senão a de poder sofrer por amor a Deus, já deveria considerar-se muito recompensado”. Por isso, São Paulo apreciava mais a graça de ser preso por Jesus Cristo do que a graça de ser arrebatado ao terceiro Céu.

“A paciência – nos diz o apóstolo São Tiago – produz uma obra perfeita.” (Tg 1,4). Isso quer dizer que não existe coisa mais agradável a Deus do que sofrer por amor a Ele, com paciência e paz, todas as cruzes por Ele enviadas.

São João viu todos os santos no Apocalipse, vestidos de branco, segurando palmas nas mãos. (Ap 7,9). A palma é o símbolo do martírio; mas nem todos os santos foram mártires. Mas todos seguram palmas, nos diz São Gregório porque todos os Santos foram mártires ou pela espada ou pela paciência. E acrescentava o santo: “Nós podemos ser mártires sem a espada, se guardamos a paciência”.

O mérito de uma pessoa que ama Jesus Cristo consiste em amar e sofrer. Eis o que Deus fez Santa Teresa entender: “Pensa, minha filha, que o mérito consiste nos prazeres? Não, o mérito consiste em sofrer e amar. Veja minha vida cheia de dores. Acredite, minha filha, aquele que é mais amado por meu Pai recebe dEle cruzes maiores; ao sofrimento corresponde o amor. Veja estas minhas chagas, as suas dores nunca chegarão a tanto. Pensar que Meu Pai admite alguém na sua amizade sem o sofrimento é um absurdo”. Mas com o sofrimento, Deus manda as graças para podermos suportá-lo com paciência e mérito. Devemos ser fiéis a essas graças.

São três as principais graças que Jesus faz às pessoas amadas por Ele: a primeira, não pecar; a segunda, que é maior ainda, fazer as boas obras; a terceira, que é a maior de todas, sofrer por Seu amor. Dizia Santa Teresa que quando alguém faz algum bem a Deus, o Senhor lhe paga com alguma Cruz. Eis porque os santos agradeciam a Deus ao receberem os sofrimentos.

São Luiz, Rei de França dizia: “Eu me alegro e fico muito agradecido a Deus mais pela paciência que me concedeu na minha prisão do que se tivesse conquistado a terra inteira”. Santa Isabel, rainha da Hungria, tendo perdido seu esposo, tendo sido expulsa do lugar onde morava com seu filho, sem abrigo, abandonada por todos, dirigiu-se a um convento dos franciscanos e mandou cantar o “Te Deum”, um hino de ação de graças a Deus pelo favor que Ele concedia a ela ao fazê-la sofrer por Seu amor.

Falando desta vida, é certo que quem padece com mais paciência vive com maior paz. Dizia São Felipe Neri que neste mundo, nesta terra, nesta vida não há Purgatório: ou é Paraíso ou é Inferno. Os que suportam com paciência os sofrimentos desta vida estão como que no Paraíso. Quem assim não suporta os sofrimentos dessa vida com paciência, faz da própria vida um inferno. Sim, porque, como escreve Santa Teresa, quem abraça as cruzes que Deus lhe manda não as sente ou as carrega pouco a pouco com suavidade e doçura, mesmo quando as cruzes são grandes. Não abraçar a cruz é fazer da própria vida um inferno. Quem foge da sua cruz aumenta a sua cruz enormemente.

Um missionário religioso, nas Índias, assistia uma vez à execução de um condenado. Este, antes de morrer, chamou o missionário e lhe disse: “Sabe Padre, eu fui da sua Congregação Religiosa. Enquanto observava o regulamento de vida, eu era muito feliz. Mas desde que comecei a relaxar, achei tudo difícil e passei a me aborrecer com tudo. Abandonei a vida religiosa – quer dizer, abandonei a minha cruz – para me entregar aos vícios; eles finalmente me trouxeram a este fim desgraçado que agora o senhor está vendo. Digo-lhe isto para que o meu exemplo possa servir a outros.” A recusa do sofrimento vai gerando a revolta, que gera o afastamento de Deus, que leva à perda da fé.

O Padre Luís da Ponte dizia: “Considere como amargas as coisas doces desta vida e como doces as amargas; e assim terá paz.”

Caros católicos, o catolicismo não é água com açúcar. O catolicismo não é dos pusilânimes, dos fracos, dos medíocres. O Reino dos Céus é dos violentos, diz Nosso Senhor Jesus Cristo, isto é, dos que sabem sofrer em união com o Sagrado Coração de Jesus. As coisas não serão simples. Mas é possível, perfeitamente possível com a graça de Deus. Essa é a verdadeira religião de Nosso Senhor Jesus Cristo. É necessário que compreendamos isso. O quanto antes. Sem entender isso, não daremos um passo sério no caminho da santidade. Sejamos homens e mulheres capazes de sofrer por Cristo, com o auxílio da graça dEle. Deixemos de murmurar, de reclamar, de nos revoltar. Vale a pena sofrer por Deus. É grande sinal da amizade e do amor do Sagrado Coração de Jesus para com a nossa alma, as cruzes. Peçamos a Nossa Senhora das Dores a graça de compreender a ação de Deus em nossa alma por meio dos sofrimentos. Peçamos a Nossa Senhora das Dores e ao Sagrado Coração de Jesus nessa Festa dEle.

Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Amém.

[Aviso] Festa de São João – Avisos aos que participarão

Prezados, Salve Maria!

Leiam tudo. Tem muita informação nova.
Informações para a Festa de São João da Capela Nossa Senhora das Dores.

1. A Festa de São João será nesse sábado, às 16h00, começando com a recitação do Santo Terço.

2. Aqueles que trouxerem alimentos (inscreveram-se na lista para isso) devem chegar antes das 16h00, de forma que deixem o alimento com a equipe responsável e possam rezar o Terço.

3. Quem se inscreveu na lista de alimentos, assume o compromisso de trazê-lo, ainda que não possa ficar para a Festa.

4. Calculamos aproximadamente 330 pessoas maiores de 5 anos. Considerando o número de pessoas que trarão o mesmo alimento, cada um pode ter uma base para saber a quantidade de comida que deve trazer.

5. Aqueles que trarão alimento devem trazer o necessário para que o alimento seja servido (concha, espátula, saquinhos, mas não descartáveis). Devem também identificar seus pertences para mais facilmente recuperá-los depois. Por favor, peguem seus pertences.

6. Todos deverão apresentar o convite (não trazendo ou trazendo prato).

7. Todos os que vierem (com alimento ou convite) devem trazer uma bebida, suco ou refrigerante. Do contrário, passaremos sede.

8. Haverá barracas com brincadeiras para as crianças e prendas para a premiação. As fichas para as brincadeiras estarão à venda no dia da festa.

9. Haverá o Bingo dos Santos com prêmios. Cartela a ser adquirida durante a festa.

10. As crianças podem vir à caráter, sempre dentro da decência. E lembrem-se que rezaremos o Terço no início.

11. Haverá também o Churros do Tio, com fichas à venda.

Grato. Deus abençoe.