Extinta a Capelania para Celebração da Santa Missa no Rito Extraordinário em Brasília

O Pe. Givanildo Ferreira,  pároco da Igreja São Pedro de Alcântara, onde foi criada a capelania para celebração da Santa Missa no Rito Extraordinário, solicitou ao administrador apostólico da Arquidiocese de Brasilia, Dom Waldemar Passini Dalbello, a extinção da referida capelania.

Extinta a capelania,  Brasilia passa a contar apenas com a celebração da Missa Tridentina, em caráter privado, na capela do Instituto Bíblico de Brasilia que pertence a Dom João Terra, sj. Salvo juízo em contrário, parece-nos que a capital do país retorna, assim, à situação anterior ao Motu Proprio Summorum Pontificum.

A seguir,  reportagem sobre a matéria acima publicada no Folheto da Comunidade Paróquia São Pedro de Alcântara, no. 178 – Junho/2011.

(Clique sobre a figura para ampliar e ler)

 

8 respostas em “Extinta a Capelania para Celebração da Santa Missa no Rito Extraordinário em Brasília

  1. É verdade, não havia. Eu não costumava ir e certa vez quando fui eu com minha mulher só havia nós dois!

    Havia alguns problemas:

    1. A missa era apenas mensal, o que afasta a maior parte dos fiéis para a missa que é celebrada semanalmente no Instituto Bíblico.

    2. Praticamente não dava para ouvir o padre falando. Mesmo eu, que conheço a Missa e tinha o Missal estava com uma dificuldade enorme para acompanhar.

  2. Esqueci de indicar outro problema: a igreja não fica em um lugar muito acessível. Não é que seja um local difícil de ir, mas é que tendo a Missa no Instituto, que fica em uma área central, essa outra ficava bem prejudicada.

    Em suma, ela se extinguiu porque os fiéis que queriam ir a Missa Tridentina achavam melhor ir a outra, que era semanal, mais acessível, acompanhada por dois acólitos, melhor celebrada e muitas vezes acompanhada por muito boa música

  3. A mim parece que o padre Givanildo nunca compreendeu o desejo de fiéis católicos em assistir à Santa Missa no rito Tradicional. Só assim podem-se explicar os ataques inferidos em suas homílias contra os próprios fiéis que ali estavam para cumprir o preceito dominical. Quem lá estava presenciou-o qualificando os fiéis a quem ele se dirigia como hereges, cismáticos ou coisa pior… só para citar uma das tantas afrontas, certa vez ele comparou os que ali assistiam à missa aos porcos que se precipitaram do abismo por ordem de Nosso Senhor, e só haviam umas quatro pessoas na igreja… tenha paciência! Quem vai querer assistir missa num recinto onde o sacerdote lhe qualifica de demônio, pelo fato de se interessar pelo rito tradicional?

  4. Caros, salve Maria!

    Acompanhei de perto tanto o começo quanto a redução das Missas na S. Pedro. Fui lá acólito e também ajudei no canto, pela graça de Deus.

    Na ocasião da redução das Missas Tridentinas rezadas na par. S. Pedro de Alcântara de todos os domingos e também em alguns dias de preceito para apenas o quarto domingo de cada mês, pelo próprio Pe. Givanildo, escolhido pelo então arcebispo D. João, hoje Prefeito da Congr. Para os Religiosos…, foi muito bem difundida e explicada pela internet, por isso, creio que não seja o caso relatar tudo novamente, o que daria muitas linhas.

    A suspensão definitiva, agora efetivada, já havia sido anunciada na ocasião em que o Pe. Givanildo recebeu uma correspondência anônima (maio de 2009), tida por ele como em tom de ameaça (o remetente ameaçou explicar e não agredir!), porém, depois de ter sido procurado pelos fiéis, o Padre resolveu passar a rezar apenas no quarto domingo de cada mês, e, como já foi dito, aproveitava as homilias para nomear, era o que se podia entender, de nomes como (este dia eu estava na missa): “AQUI entre nós há falsos piedosos”, entre outros. Na hora em que insistíamos para que ele relevasse a tal a correspondência e continuasse a rezar a Santa Missa normalmente, ele disse que sabia da existência de grupos que agiam semelhantemente à maçonaria (referia-se à presença de membros da TFP e amigos da Montfort).

    O fato é que, esta suspensão, foi, intencionalmente ou não, muitos crêem que sim, inclusive eu, provocada pelo próprio padre, que nunca demonstrou grande apreço pelo Rito antigo, e parecia rezar forçado pelo arcebispo, que também nunca foi favorável, mas que se viu obrigado a permiti-lo depois da publicação do M.P.S.P. Posteriormente, com a Missa sendo rezada no IBB, local que é bem mais acessível à maioria e com a recepção nada amigável na paróquia S. Pedro de Alcântara, o número de fiéis foi diminuindo, ao ponto de ser rezada para menos de cinco pessoas.

    O que me soou estranho foi o Padre Givanildo ter rezado por dois anos, ou quase isso, para pouquíssimas pessoas e ter suspendido definitivamente logo após a publicação da Instrução Universae Ecclesiae. Posso estar errado, mas esta coincidência me deixou um tanto desconfiado de que o Padre possa ter tomado esta medida como uma forma de acabar com as chances da Missa ser mais difundida pela arquidiocese, com a desculpa de não ter para quem rezar, o que não seria justo, pois, como já foi dito, é crescente o número de pessoas que estão procurando as Missas rezadas no IBB, seja pelo blog Missa Tridentina em Brasília, por e-mail e mesmo por telefone, sempre me procuram para saber mais sobre a Missa, como chegar ao local, etc., sem contar a maioria que não me contata.

    Quem queira a Santa Missa em Brasília há, inclusive sacerdotes, que ainda não a rezam por medo. O que não há é qualquer apoio por parte da Arquidiocese, que na verdade nunca PERMITIU, mas, TOLEROU sua existência.

    Rezemos pela Santa Igreja, pela Santa Missa, pela Papa!

    Cleber Lourenço

  5. Eu acolitei as missas tridentinas com o Pe.Givanildo desde depois do congresso eucaristico até a data em q ele anunciou a extinção da capelania,é uma grosseira mentira q ele não gostava do rito antigo,Ele celebrava com a maior piedade possivel,é fato q tinham pessoas q realmente tinham posicionamentos de indole duvidosa,que beiravam ao sedevacantismo,fui algumas vezes antes mesmo de começar a acolitar,e pelo q vi as posições da TFP foram denunciadas com veemencia até mesmo pela montfort,na pessoa do saudoso professor orlando Fedeli e de tantos outros membros da referida associação.Daí dizer q o Padre Givanildo qualificava a todos os q lá estavam para a missa na forma extraordinária eram demonios é um absurdo.Eu aprendi a acolitar na prática,pq não tinha quem me ensinasse,aprendi na própria missa,foi uma experiencia muito rica pra mim,aprendi muito com ele.Sem mais aqui me despeço.
    Ad marjorem Dei Gloria.

  6. Sr. Talmaturgo, salve Maria!

    Talvez todas as pessoas que aqui se pronunciaram tenham se equivocado e somente o senhor esteja certo, eu até digo que gostaria e muito que isso fosse verdade, mas, não é. E como eu disse anteriormente, também acolitei por bastante tempo para o Pe. Givanildo e pude observar sim sua pouca devoção para com um Rito tão belo, que é, como o santo Padre mesmo disse “um tesouro da santa Igreja”, infelizmente!

    Rezemos pela santa Igreja!

    Cleber

  7. A Santa Missa é para Deus não importa se aja pessoas para á assistir, a Missa é valida do mesmo jeito porque é a renovação do Sacrificio de Cristo na Cruz

    In Corde Iesu

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