Horários da Santa Missa nessa semana (alterações)

12/07  (segunda-feira): 19h30

15/07 (quinta-feira): 19h30

16/07 (sexta-feira): 19h30 (NÃO HAVERÁ CELEBRAÇÃO)

18/07 (Domingo):

8h00 – Paróquia São Pedro de Alcântara

(o Pe. Givanildo comunica que no mês de julho houve alteração do dia da missa na paróquia; assim, a missa se dará no 3º domingo do mês e não no quarto domingo, como é o costume).

17h00 – Instituto Bíblico de Brasília

2 respostas em “Horários da Santa Missa nessa semana (alterações)

  1. Carríssimos,

    Tenho 42 anos, sou engenheiro, casado, pai de uma filha pequena, brasileiro nato, e sou mais um simples fiel católico, porém sempre fiel à Santa Igreja de Jesus Cristo e de sua Imaculada Mãe Maria Santíssima, e à Sua Santidade o Papa, representante legal de Pedro na terra.

    Moro em Fortaleza /CE e em 2008, pra minha alegria, descobri em uma paróquia perto de minha residência, a única Santa Missa celebrada no Rito Tridentino, conforme o “Motu Proprio Summorum Potificum”, e motivado pelo gosto à verdadeira e sacra tradição, comecei a assistir tais missas onde logo plenamente me identifiquei, pois, além de tão competentemente celebrada pelo sacerdote local, fácil se percebe o ambiente sacro que é adequadamente criado pela suma santidade daquele rito liturgico, que induz o fiel a devida profundidade espiritual para participação desta forma de celebração incruenta do santo sacrifício de Nosso Senhor Jesus Cristo na Cruz.

    A barreira da língua latina foi logo superada com apenas dois meses de dedicados estudos em casa às 34 pgs. do ordinário de missa de uso leigo, que continha a tradução em vernáculo ao lado das orações latinas. O aperfeiçoamento da pronuncia foi aprimorado com algumas aulas de um professor contratado pela própria paróquia.

    Quanto ao canto gregoriano, este tanto me seduziu que hoje faço parte do coral da “SCHOLA CANTORUM COR MARIAE IMMACULATUM”, e assim, com alguma dedicação, aprendi a cantar várias missas, e deste modo, tento retribuir esta dádiva e contribuir com a altura da beleza requerida por este ambiente tão envolto em sacralidade. Os volumosos livros Graduale ou Kyriale Romanum e o Liber Usualis, que baixo da internet, com suas quase 3.000 páginas, são minhas leituras preferidas antes de dormir.

    Hoje não vivo mais sem estas Santas Missas celebradas no Rito Romano Extraordinário (missa semanal disponível só aos domingos – 10:30hs), apesar de também participar de celebraçôes na forma da Missa Nova, que também participo empregando a mesma fé e santidade. Mas, longe de qualquer modismo tradicionalista, percebe-se que o Rito Extraordinário traz uma beleza incomparável ora pelo canto gregoriano e ora pelas orações tão bem formuladas e detalhadas de acordo com cada parte da missa, tão empobrecido no novo rito. Acredito que o rito antigo está mais que testado e divinamente aprovado, que pode logo ser constatado já no início da santa missa, pela forma de purificação dos celebrantes e fiéis, ao pé do altar.

    Por isso, não entendo as dificuldades colocadas por tantas autoridades eclesiásticas brasileiras, quando não divulgam (sem obediência ao Papa) o “Motu Proprio Summorum Potificum”, não apóiam os fiéis e cassam os padres que derem apoio. Afirmam haver uma barreira intransponível para participação dos fiéis, por causa da dificuldade do latim e do canto gregoriano “desatualizado”. Lamento que no Brasil, após três anos de “Motu Proprio Summorum Potificum”, o Santo Papa não tenha tido o devido apoio a esta sua determinação divina.

    Talvez, agora, compreenda bem o que significam as palavras da primeira homilia do atual Papa como Supremo Pontífice, no dia 24 de abril de 2005, quando surpreendeu o mundo ao pedir aos fiéis que rezassem para que ele não viesse a fugir das suas responsabilidades, “por receio, diante dos lobos”. …” No final do pontificado de Paulo VI foi a “fumaça de satanás que adentrou na igreja”.

    Humildemente me coloco à inteira disposição da Santa Igreja, para divulgação e participação mais ampla nesta liturgia nas paróquias, através da contribuição com os cantos gregorianos que aprendi com tanto amor e dedicação.

    Tuto per Christe, in Christe et cum Christe ! ! !

    Atenciosamente,

    Swytz José Silva Tavares
    (mais um fiel nesta cruzada com a espada na mão)

  2. Sr. Swytz José, salve Maria!

    Que belo exemplo o senhor nos dá! Mostra-nos e confirma, mais uma vez, que nem o latim e nem muito menos o canto gregoriano, assim como todo o Rito Tridentino, é antiquado ou “intransponível”, como o senhor mesmo disse, aliás, isso está muito bem confirmado nos números cada vez maiores de vocacionados nos institutos tradicionais, tais como o IBP, FSSP, FSSPX, etc., atrasados estão estes que insistem em ignorar e até em combater o Motu Próprio Summorum Pontificum do Papa Bento XVI, cada dia mais amado por muitos, e mais odiado por outros tantos.

    Nossa esperança é que floresce aqui e ali, mesmo entre “pedras”, padres e até dois bispos, que se opondo à maioria do clero brasileiro, atendem ao desejo do Santo Padre e passam a rezar a Santa Missa, mesmo sabendo que serão perseguidos, estão surgindo, e aos poucos vão dando a conhecer a fonte inesgotável que é a Santa Missa, segundo o Rito Tridentino, a “Missa de Sempre”, “Antiga”, “Tridentina”, “Missa dos Santos”, “de São Pio V”…

    Deus o abençoe, senhor Swytz, e o faça perseverar no caminho do Céu!

    E, de espada na mão, também me despeço.

    Salve Maria,

    Cleber Lourenço.

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